Culturas e formas de viver mudam com uma facilidade incomparável.
Atualmente o período de infância vêm diminuindo gradativamente, e eu me pergunto: onde isso vai parar? Vai chegar um dia em que crianças de apenas 7 anos estarão fazendo sexo por ai. Por que é isso que querendo ou não já está começando a acontecer. Em 14 anos da minha vida eu já consigo perceber uma mudança enorme na infância e na forma como os pais educam seus filhos. Vejo crianças de 11 anos se pegando e com aliança no dedo por ai. Com 11 anos eu ainda brincava de barbie e de esconde-esconde com os meus amiguinhos. Não culpo meus pais por quererem me proteger disso tudo, dessa globalização desenfreada. Tenho medo é de como o mundo vai estar quando meus filhos nascerem, crescerem e chegarem na idade que eu tenho. Tenho medo de ter uma filha que chegue com um namorado na minha casa aos 10 anos. Tenho medo de ter que ir falar de sexo com uma filha de 11 anos. Tenho medo de escutar minha filha de 9 anos dizendo que vai sair pra balada e vê-la chegar em casa as 4. Tenho medo de que meus filhos não passem por uma fase tão bonita como a infância. Tenho medo de que a sinceridade, esperança e o bom coração e alma de uma criança sejam extintos. Tenho medo de que o amor verdadeiro suma. Tenho medo de não conseguir me adequar e me acostumar com essa e mais outras mudanças de cotidiano que ainda estão por vir.
E nada conseguirá mudar isso tudo. Nada vai conseguir fazer isso parar. A única coisa que me resta é ficar sentada na minha cadeira de balanço na varanda, com um livro nas mãos esperando o tempo passar, para depois poder contar para os meus netos gordos como era lindo o meu tempo de criança. Digo gordos porque agora a única coisa que as crianças fazem é sentar na frente do computador o dia inteiro e esperar o programa de televisão começar. Vítimas do sedentarismo. Porque agora brincar de pega-pega, esconde-esconde, cirandinha, peteca, ou seja lá o que for não tem mais graça. Só lamento.
Acho que mudando de assunto. Ultimamente eu me sinto mal, me sinto mal por ver como eu sou consequente, como eu penso demais no que pode vir a acontecer com as atitudes que eu tomo. Sei que isso é melhor pra mim, mas não acabo perdendo toda a diversão? Devo eu correr os risco de jogar tudo pro alto e fazer o que todos os jovens fazem? Ser como todo mundo: beber, festar, pegar, mentir para os meus pais e mais uma infinidade de atitudes inconsequentes?
Eu vivo me perguntando até onde vai a minha maturidade, talvez eu seja madura por pensar nisso, em consequências, por ser careta mesmo. Talvez eu não seja madura por ser feliz, rir histéricamente na rua, no corredores, gritar, falar merda o tempo todo. Eu não entendo como se pode definir uma pessoa de madura ou não, não consigo entender nem oque eu sou.
Queria eu poder fazer de tudo um mar de rosas.
Queria eu não estar confusa.
Queria eu saber o que pensar.
P.S.: Ando pensando muito em uma coisa, uma coisinha só, e isso ta me deixando cada vez mais triste.
P.S.2: Obrigada leitores e seguidores do blógui, fico tão feliz quando alguém vem falar comigo e diz, "Amanda seu blog ta ótimo" "Que post legal" e por ai, obrigada mesmo.
P.S.3: Esse post ficou tão confuso quanto eu D:
Beijoconas. Amanda Steil.
Atualmente o período de infância vêm diminuindo gradativamente, e eu me pergunto: onde isso vai parar? Vai chegar um dia em que crianças de apenas 7 anos estarão fazendo sexo por ai. Por que é isso que querendo ou não já está começando a acontecer. Em 14 anos da minha vida eu já consigo perceber uma mudança enorme na infância e na forma como os pais educam seus filhos. Vejo crianças de 11 anos se pegando e com aliança no dedo por ai. Com 11 anos eu ainda brincava de barbie e de esconde-esconde com os meus amiguinhos. Não culpo meus pais por quererem me proteger disso tudo, dessa globalização desenfreada. Tenho medo é de como o mundo vai estar quando meus filhos nascerem, crescerem e chegarem na idade que eu tenho. Tenho medo de ter uma filha que chegue com um namorado na minha casa aos 10 anos. Tenho medo de ter que ir falar de sexo com uma filha de 11 anos. Tenho medo de escutar minha filha de 9 anos dizendo que vai sair pra balada e vê-la chegar em casa as 4. Tenho medo de que meus filhos não passem por uma fase tão bonita como a infância. Tenho medo de que a sinceridade, esperança e o bom coração e alma de uma criança sejam extintos. Tenho medo de que o amor verdadeiro suma. Tenho medo de não conseguir me adequar e me acostumar com essa e mais outras mudanças de cotidiano que ainda estão por vir.
E nada conseguirá mudar isso tudo. Nada vai conseguir fazer isso parar. A única coisa que me resta é ficar sentada na minha cadeira de balanço na varanda, com um livro nas mãos esperando o tempo passar, para depois poder contar para os meus netos gordos como era lindo o meu tempo de criança. Digo gordos porque agora a única coisa que as crianças fazem é sentar na frente do computador o dia inteiro e esperar o programa de televisão começar. Vítimas do sedentarismo. Porque agora brincar de pega-pega, esconde-esconde, cirandinha, peteca, ou seja lá o que for não tem mais graça. Só lamento.
Acho que mudando de assunto. Ultimamente eu me sinto mal, me sinto mal por ver como eu sou consequente, como eu penso demais no que pode vir a acontecer com as atitudes que eu tomo. Sei que isso é melhor pra mim, mas não acabo perdendo toda a diversão? Devo eu correr os risco de jogar tudo pro alto e fazer o que todos os jovens fazem? Ser como todo mundo: beber, festar, pegar, mentir para os meus pais e mais uma infinidade de atitudes inconsequentes?
Eu vivo me perguntando até onde vai a minha maturidade, talvez eu seja madura por pensar nisso, em consequências, por ser careta mesmo. Talvez eu não seja madura por ser feliz, rir histéricamente na rua, no corredores, gritar, falar merda o tempo todo. Eu não entendo como se pode definir uma pessoa de madura ou não, não consigo entender nem oque eu sou.
Queria eu poder fazer de tudo um mar de rosas.
Queria eu não estar confusa.
Queria eu saber o que pensar.
P.S.: Ando pensando muito em uma coisa, uma coisinha só, e isso ta me deixando cada vez mais triste.
P.S.2: Obrigada leitores e seguidores do blógui, fico tão feliz quando alguém vem falar comigo e diz, "Amanda seu blog ta ótimo" "Que post legal" e por ai, obrigada mesmo.
P.S.3: Esse post ficou tão confuso quanto eu D:
Beijoconas. Amanda Steil.
Talvez as minhas filosofias e as nossas conversas estejam te deixando confusa, como se eu não tivesse, né.
ResponderExcluirMas, ah, a maldita da inconsequência que não nos persegue.
Amo você <3